Antes da palavra, o sinal
Tatuagem de Borboleta
Uma menina, uma tatuagem de chiclete e o primeiro gesto de quem já transformava o mundo em linguagem.
Antes de existir a bruxa do design, já havia uma criança descobrindo que um pequeno símbolo podia transformar o corpo em passagem.
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Crônica · Primeira passagem
A Menina que Tatuava o Braço com Chiclete (e Já Era uma Bruxa do Design)
SHAMM X7™
Quando era pequena, ela não queria tinta.
Queria sinal.
Queria o símbolo… mesmo que fosse de papel barato e cola de açúcar.
Ela pegava o papelzinho do chiclete como quem segura um segredo.
Escolhia qualquer um — porque a alma dela nunca precisou de permissão pra ser livre.
Borboleta, estrela, dragão torto… tanto faz.
O que importava era o ritual:
Molha. Aperta. Espera. Puxa devagar.
E quando a tatuagem aparecia no braço, ela não virava “tatuada”…
ela virava lenda.
Uma criança com selo.
Uma viajante com marca.
Uma bruxinha com pressa de existir.
E ali, sem ela perceber, já estavam os sinais do futuro:
o olho que vê detalhe,
a mão que entende forma,
o coração que gosta de transformar coisas simples em coisa bonita.
A menina não cresceu querendo agulha.
Ela cresceu querendo linguagem visual.
Porque algumas pessoas desenham por vaidade…
e outras desenham porque o mundo precisa de tradução.
E ela sempre soube:
o braço era só o começo.
O destino mesmo…
era virar bruxa do design,
com um portal inteiro dentro da cabeça. 🦋✨